Definindo o modelo regulatório
Antes de qualquer decisão de tecnologia ou marca, criar um banco digital no Brasil começa por definir sob qual enquadramento regulatório a operação vai existir: uma licença bancária própria, uma SCD, uma SEP, uma instituição de pagamento, ou operar via Banking as a Service através de um parceiro já licenciado. Essa escolha define o capital exigido, o prazo de autorização e o quanto a empresa controla diretamente da esteira financeira.
A arquitetura tecnológica necessária
Um banco digital precisa de uma base de core banking para processar contas, saldos e transações, integrações com o arranjo Pix e demais meios de pagamento, camadas de KYC e prevenção a fraude, e uma interface (app ou web) que entregue a experiência ao cliente final. A decisão entre construir essa infraestrutura internamente ou licenciá-la de um parceiro impacta diretamente o prazo de lançamento e o investimento inicial.
Erros comuns nesse processo
- Escolher o enquadramento regulatório com base só no prazo, sem considerar se ele suporta o modelo de negócio no médio prazo.
- Desenhar a arquitetura tecnológica antes de fechar o modelo regulatório, gerando retrabalho de integração depois.
- Subestimar a estrutura de compliance necessária — compliance bancário não é uma etapa final, é parte do desenho desde o início.
- Não avaliar o volume de capital necessário para sustentar a operação além do lançamento inicial.
Como a CSCE apoia a criação de bancos digitais
A CSCE já estruturou a 1ª fintech autorizada pelo Banco Central no Brasil e acumula mais de 28 anos de mercado financeiro, com mais de 100 aplicativos e 1.000 clientes atendidos. Apoiamos desde a definição do modelo regulatório até a arquitetura tecnológica completa, para que o banco digital nasça pronto para operar em conformidade e escalar.

