O que compõe compliance bancário na prática
Compliance bancário é o conjunto de políticas, controles e estruturas que garantem que uma instituição financeira opere dentro das regras do Banco Central e demais órgãos reguladores. Não é um departamento isolado nem uma etapa final antes do lançamento — é parte do desenho da operação desde a constituição, reforçado pelas novas regras do Banco Central em 2026.
PLD/FT na prática
A prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo (PLD/FT) envolve políticas de conhecimento do cliente (KYC), monitoramento transacional para identificar padrões suspeitos, e o registro e comunicação de operações atípicas às autoridades competentes. Toda instituição autorizada pelo Banco Central — SCD, SEP, instituição de pagamento — precisa manter essa estrutura ativa, com políticas documentadas e revisadas periodicamente.
Governança e gestão de risco
- Estrutura de governança proporcional ao porte e à complexidade da operação, com papéis e responsabilidades claros.
- Gestão de risco de crédito, operacional e de imagem, com políticas formalizadas e auditáveis.
- Canal de ouvidoria e política de tratamento de reclamações de clientes.
- Auditoria interna e, conforme o porte, auditoria externa independente.
Como estruturar essa área na sua fintech
Fintechs em fase de constituição tendem a subestimar o tamanho da estrutura de compliance necessária. Vale desenhar essa área junto com o modelo de negócio — não depois — considerando tanto os requisitos do seu enquadramento regulatório específico (veja instituição de pagamento e meios de pagamento) quanto a exigências que crescem junto com o volume de operação.
Como a CSCE apoia a estruturação de compliance bancário
Com mais de 28 anos de mercado financeiro e responsáveis pela 1ª fintech autorizada pelo Banco Central no Brasil, a CSCE estrutura políticas de compliance sob medida para o porte e o modelo regulatório de cada cliente — da constituição inicial até a adequação contínua às novas exigências do Banco Central.

